quarta-feira, 5 de junho de 2013
Tolerância zero com vendas ambulantes (Póvoa de Varzim)
“Este ano não haverá qualquer tipo de autorização para venda ambulante na cidade”. A garantia foi dada pelo vice-presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Aires Pereira, que considera estas vendas “concorrência desleal para com os comerciantes instalados, que pagam os seus impostos”.
Polícia Municipal e Polícia de Segurança Pública irão estar atentas e atuar no cumprimento dessa determinação, tentando desta forma “colocar um ponto final nesta situação abusiva que vinha quase que ficando sem controlo em algumas alturas do ano. Vende-se peixe em qualquer canto da cidade e não é possível continuarmos com essa situação e os próprios comerciantes do mercado têm-nos chamado a atenção para isso”, revelou Aires Pereira.
Publicado no jornal Mais Semanário
Polícia Municipal e Polícia de Segurança Pública irão estar atentas e atuar no cumprimento dessa determinação, tentando desta forma “colocar um ponto final nesta situação abusiva que vinha quase que ficando sem controlo em algumas alturas do ano. Vende-se peixe em qualquer canto da cidade e não é possível continuarmos com essa situação e os próprios comerciantes do mercado têm-nos chamado a atenção para isso”, revelou Aires Pereira.
Publicado no jornal Mais Semanário
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Fuga de gás perigoso na câmara de Oeiras
"Confirmo que houve um derrame de um produto perigoso e estamos no local a avaliar a situação e só mais tarde poderemos dar mais esclarecimentos", disse à Lusa o comandante da Proteção Civil de Oeiras, Filipe Palhau [na foto].
A matéria considerada perigosa chama-se e é um gás incolor e inerte que, apesar de ser tóxico, pode produzir asfixia por deslocação do ar. Este gás é usado em lâmpadas fluorescentes, por exemplo. A proteção civil acrescentou ainda que foi destacada uma Unidade de Controlo Ambiental dos bombeiros Sapadores de Lisboa.
Publicado no jornal Record
domingo, 2 de junho de 2013
Erro leva Câmara a pagar fortuna (Lisboa)
Um erro de secretaria obrigou a Câmara Municipal de Lisboa a devolver perto de 300 mil euros a vários agentes da Polícia Municipal. Durante 21 meses, nas folhas de vencimento, o salário e o trabalho gratificado de cada um dos agentes era somado. Ao ser aplicada a taxa de IRS, uma vez que o valor era elevado, alguns agentes viram o montante ser taxado a seis ou a oito por cento.
Desde 2002 que os serviços gratificados são taxados individualmente. Desde então, na folha de salário dos polícias, o gratificado surge à parte do vencimento base.
Ao que o CM apurou, o dinheiro foi reposto aos agentes no passado mês de abril. A Câmara reconheceu o erro e depositou já o dinheiro nas contas dos polícias. O erro durou todo o ano de 2011 e só terminou em setembro do ano passado. António Ramos, presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia, que colocou a ação em tribunal, disse ao CM que durante vários meses lhe chegaram queixas. "Isto provocou um grande transtorno na vida dos agentes e eles, realmente, todos os meses viam o dinheiro a ser descontado. Percebemos que não tenha havido má intenção mas os erros têm de ser corrigidos e foi o que acabou por acontecer", finalizou.
Publicado no jornal Correio da Manhã
Desde 2002 que os serviços gratificados são taxados individualmente. Desde então, na folha de salário dos polícias, o gratificado surge à parte do vencimento base.
Ao que o CM apurou, o dinheiro foi reposto aos agentes no passado mês de abril. A Câmara reconheceu o erro e depositou já o dinheiro nas contas dos polícias. O erro durou todo o ano de 2011 e só terminou em setembro do ano passado. António Ramos, presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia, que colocou a ação em tribunal, disse ao CM que durante vários meses lhe chegaram queixas. "Isto provocou um grande transtorno na vida dos agentes e eles, realmente, todos os meses viam o dinheiro a ser descontado. Percebemos que não tenha havido má intenção mas os erros têm de ser corrigidos e foi o que acabou por acontecer", finalizou.
Publicado no jornal Correio da Manhã
quarta-feira, 29 de maio de 2013
MAI quer Polícia Municipal com farda comum
O ministro da Administração Interna anunciou esta tarde que os agentes da Polícia Municipal de todo o país vão partilhar um uniforme comum para os distinguir das forças de segurança.
Miguel Macedo, que falava esta tarde na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, disse que o diploma legislativo que está em fase de preparação vai permitir aperfeiçoar a regulamentação existente.
Embora sem avançar uma data para a conclusão da iniciativa, o ministro da Administração Interna admitiu que o estudo de um uniforme comum é o que está a atrasar a sua publicação.
Filipe Lobo de Ávila, secretário de Estado da Administração Interna, esclareceu que o novo diploma vai fixar não só a uniformização do uniforme, mas ainda das comunicações e dos próprios dísticos.
Ao todo, avançou, o secretário de Estado, estão 10 pontos em cima da mesa "mais cinco do que aqueles que estão considerados no projecto de resolução apresentado na Assembleia da República".
"Temos reunido com os diferentes sindicatos das polícias municipais e em discussão está, por exemplo, a redefinição da estrutura das carreiras, a licença de porte de arma, a criação de um código deontológico e a própria cooperação com as outras forças de segurança", resumiu Filipe Lobo de Ávila.
Publicado no jornal Sol
Miguel Macedo, que falava esta tarde na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, disse que o diploma legislativo que está em fase de preparação vai permitir aperfeiçoar a regulamentação existente.
Embora sem avançar uma data para a conclusão da iniciativa, o ministro da Administração Interna admitiu que o estudo de um uniforme comum é o que está a atrasar a sua publicação.
Filipe Lobo de Ávila, secretário de Estado da Administração Interna, esclareceu que o novo diploma vai fixar não só a uniformização do uniforme, mas ainda das comunicações e dos próprios dísticos.
Ao todo, avançou, o secretário de Estado, estão 10 pontos em cima da mesa "mais cinco do que aqueles que estão considerados no projecto de resolução apresentado na Assembleia da República".
"Temos reunido com os diferentes sindicatos das polícias municipais e em discussão está, por exemplo, a redefinição da estrutura das carreiras, a licença de porte de arma, a criação de um código deontológico e a própria cooperação com as outras forças de segurança", resumiu Filipe Lobo de Ávila.
Publicado no jornal Sol
segunda-feira, 27 de maio de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
PSP deteve mulher por agressão a agente da Polícia Municipal (Guimarães)
A PSP deteve esta tarde uma mulher por agressões a um homem e a um agente da Polícia Municipal. Tudo aconteceu ao início da tarde, no Largo do Toural.
Por razões desconhecidas, uma mulher e um homem envolveram-se em agressões. Nas imediações encontrava-se uma agente da Polícia Municipal que tentou terminar com a zaragata. Entretanto, o agredido chamou ao local a PSP para denunciar a situação, atitude que não foi bem recebida pela mulher que cresceu para o homem com intenção de voltar a agredi-lo. A agente da Polícia Municipal voltou a intervir, acabando por ser o alvo das agressões, sofrendo ferimentos ligeiros.
A PSP compareceu no local tendo conduzido a mulher à esquadra para identificação.
Publicado no jornal Guimarães Digital
Por razões desconhecidas, uma mulher e um homem envolveram-se em agressões. Nas imediações encontrava-se uma agente da Polícia Municipal que tentou terminar com a zaragata. Entretanto, o agredido chamou ao local a PSP para denunciar a situação, atitude que não foi bem recebida pela mulher que cresceu para o homem com intenção de voltar a agredi-lo. A agente da Polícia Municipal voltou a intervir, acabando por ser o alvo das agressões, sofrendo ferimentos ligeiros.
A PSP compareceu no local tendo conduzido a mulher à esquadra para identificação.
Publicado no jornal Guimarães Digital
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