Os deputados municipais das comissões de Mobilidade e Segurança e de Direitos Sociais e Cidadania defendem a contratação de mais efectivos na Polícia Municipal de Lisboa para lutar contra a venda de alegados estupefacientes na Baixa.
Leia também: Câmara de Lisboa vai pedir alteração da lei para criminalizar tráfico de droga na Baixa
Esta posição surge depois de ter dado entrada na assembleia municipal uma petição que apela ao fim da “presença de pretensos traficantes de droga” no centro histórico de Lisboa. Os signatários da petição consideram “escandalosa” a “incapacidade que as autoridades e a câmara têm em agir sobre estes indivíduos”. Defendem ainda que o facto de “não estarem a vender estupefacientes”, mas sim “louro prensado, farinha, etc.”, não justifica o “nada fazer”.
Publicado no sítio da Assembleia Municipal de Lisboa
quinta-feira, 30 de julho de 2015
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Tomada de posse do novo comandante da Polícia Municipal (Paredes)
O Subcomissário da Polícia de Segurança Pública (PSP), António Manuel Soares da Silva, foi apresentado pelo Presidente da Câmara Municipal de Paredes, Celso Ferreira, como novo Comandante da Polícia Municipal, em cerimónia realizada, esta terça-feira, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Nascido em Moçambique a 14 de Agosto de 1961, António Manuel Soares da Silva reside em Paredes desde 1974. Licenciado em Direito, é oficial da PSP desde 1996. Chefiou a Esquadra de Valongo durante cinco anos e depois a de Ermesinde, até finais de 2003, altura em que assumiu o cargo de Adjunto e Comissário Operacional da 1.ª Divisão do Comando Metropolitano do Porto da PSP.
Em 2007, passou a 2.º Comandante da Polícia Municipal do Porto, funções que desempenhou até Junho último, para assumir o Comando da Polícia Municipal de Paredes, sua terra de adopção. António Manuel Soares da Silva é casado e tem uma filha e um filho.
“Trabalhar em Paredes é a realização de um sonho antigo”, revela o novo Comandante da Polícia Municipal, definindo-se em seguida e elencando os objectivos no cargo: “Sou uma pessoa aberta, acessível e disposta ao diálogo. Todavia, sou inflexível naquilo em que acredito. Vou procurar fazer o melhor pela Polícia Municipal de Paredes, criando melhores respostas e maiores competências, contando para o efeito com a colaboração de toda a equipa da Câmara Municipal de Paredes”.
Publicado no blog Vale do Sousa
Em 2007, passou a 2.º Comandante da Polícia Municipal do Porto, funções que desempenhou até Junho último, para assumir o Comando da Polícia Municipal de Paredes, sua terra de adopção. António Manuel Soares da Silva é casado e tem uma filha e um filho.
“Trabalhar em Paredes é a realização de um sonho antigo”, revela o novo Comandante da Polícia Municipal, definindo-se em seguida e elencando os objectivos no cargo: “Sou uma pessoa aberta, acessível e disposta ao diálogo. Todavia, sou inflexível naquilo em que acredito. Vou procurar fazer o melhor pela Polícia Municipal de Paredes, criando melhores respostas e maiores competências, contando para o efeito com a colaboração de toda a equipa da Câmara Municipal de Paredes”.
Publicado no blog Vale do Sousa
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Polícia Municipal mais próxima da comunidade (Braga)
A Polícia Municipal de Braga realizou, esta semana, uma acção de prevenção rodoviária para crianças e jovens do Bairro de Santa Tecla que integram o projecto ‘Geração Tecla – E5G’, desenvolvido pela Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa e financiado pelo Programa Escolhas.
A acção decorreu na Escola de Segurança Rodoviária e contou com a participação de 30 crianças e jovens. Durante três dias, este grupo colocou em prática as noções de segurança rodoviária transmitidas por dois agentes da Polícia Municipal.
O vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Firmino Marques, explica que a parceria com o ‘Geração Tecla – E5G’ existe desde 2013, apresentando-se como uma mais-valia na intervenção que é feita pelos técnicos do projecto no Bairro de Santa Tecla. “Queremos intensificar a relação de proximidade da Polícia Municipal com a comunidade no âmbito da prevenção e da educação, quer por via das escolas, quer através de projectos que envolvam as camadas mais jovens, como é o caso do ‘Geração Tecla’”, afirma.
A par da segurança rodoviária, a participação da Polícia Municipal neste projecto já permitiu a realização de sessões sobre bullying e de actividades lúdico-pedagógicas no Bairro de Santa Tecla. Os beneficiários do projecto puderam também visitar as instalações da Polícia Municipal, de conhecer as viaturas e acompanhar os agentes na ronda pela Cidade.
Para os responsáveis do ‘Geração Tecla – E5G’, a parceria com a Polícia Municipal “é fundamental para a criação de uma maior consciência cívica entre a população e para o desenvolvimento de uma comunidade mais atenta e envolvida na manutenção da segurança e tranquilidade pública”.
Recorde-se que o projecto ‘Geração Tecla – E5G’ é desenvolvido pela Delegação de Braga da Cruz Vermelha desde 2010, consistindo num trabalho no terreno que visa a inclusão escolar, social e profissional de crianças e jovens residentes no Bairro Social de Santa Tecla.
Publicado no portal da BragaTV
A acção decorreu na Escola de Segurança Rodoviária e contou com a participação de 30 crianças e jovens. Durante três dias, este grupo colocou em prática as noções de segurança rodoviária transmitidas por dois agentes da Polícia Municipal.
O vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Firmino Marques, explica que a parceria com o ‘Geração Tecla – E5G’ existe desde 2013, apresentando-se como uma mais-valia na intervenção que é feita pelos técnicos do projecto no Bairro de Santa Tecla. “Queremos intensificar a relação de proximidade da Polícia Municipal com a comunidade no âmbito da prevenção e da educação, quer por via das escolas, quer através de projectos que envolvam as camadas mais jovens, como é o caso do ‘Geração Tecla’”, afirma.
A par da segurança rodoviária, a participação da Polícia Municipal neste projecto já permitiu a realização de sessões sobre bullying e de actividades lúdico-pedagógicas no Bairro de Santa Tecla. Os beneficiários do projecto puderam também visitar as instalações da Polícia Municipal, de conhecer as viaturas e acompanhar os agentes na ronda pela Cidade.
Para os responsáveis do ‘Geração Tecla – E5G’, a parceria com a Polícia Municipal “é fundamental para a criação de uma maior consciência cívica entre a população e para o desenvolvimento de uma comunidade mais atenta e envolvida na manutenção da segurança e tranquilidade pública”.
Recorde-se que o projecto ‘Geração Tecla – E5G’ é desenvolvido pela Delegação de Braga da Cruz Vermelha desde 2010, consistindo num trabalho no terreno que visa a inclusão escolar, social e profissional de crianças e jovens residentes no Bairro Social de Santa Tecla.
Publicado no portal da BragaTV
sexta-feira, 17 de julho de 2015
Atentos à rua, policiamento na Baixa-Chiado
A Polícia Municipal de Lisboa, através do seu policiamento comunitário, está a desenvolver um projecto experimental na Baixa-Chiado, denominado “Atentos à Rua”, junto dos comerciantes.
Esta é uma estratégia “inovadora” de policiamento planeado, realizado e avaliado com a participação activa dos comerciantes locais e outros parceiros estratégicos, com o principal objectivo de melhorar os mecanismos de articulação entre a Policia Municipal, os comerciantes, a população e os turistas.
Os comerciantes locais, após terem sido convidados a aderir à iniciativa, afixam o dístico que identifica as suas lojas como “Ponto de Contacto Policial”, onde consta um número telefónico de apoio: 808 202 036, que qualquer cidadão poderá visualizar.
Neste momento o projecto conta já com a adesão de 30 estabelecimentos comerciais que funcionam como mediadores ou interlocutores estratégicos, entre a população e os turistas, com a Polícia.
A divulgação é feita através de dois folhetos informativos, um direccionado aos comerciantes, que contém os objectivos do projecto, e outro direccionado aos visitantes, que não só informa a população da existência de lojas que funcionam como pontos de contacto policial e que facilitam a articulação com a polícia em caso de necessidade, como também contém conselhos de segurança preventiva.
O “Atentos à Rua” conta com a parceria da Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, a Associação de Valorização do Chiado, a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, a Associação de Turismo de Lisboa e a Administração do Porto de Lisboa.
Este projecto foi criado no âmbito do IMPPULSE – IMPROVING POLICE POPULATION UNDERSTANDING FOR LOCAL SECURITY, projeto internacional lançado pelo Fórum Europeu de Segurança Urbana.
Publicado no sítio da Câmara Municipal de Lisboa
Esta é uma estratégia “inovadora” de policiamento planeado, realizado e avaliado com a participação activa dos comerciantes locais e outros parceiros estratégicos, com o principal objectivo de melhorar os mecanismos de articulação entre a Policia Municipal, os comerciantes, a população e os turistas.
Os comerciantes locais, após terem sido convidados a aderir à iniciativa, afixam o dístico que identifica as suas lojas como “Ponto de Contacto Policial”, onde consta um número telefónico de apoio: 808 202 036, que qualquer cidadão poderá visualizar.
Neste momento o projecto conta já com a adesão de 30 estabelecimentos comerciais que funcionam como mediadores ou interlocutores estratégicos, entre a população e os turistas, com a Polícia.
A divulgação é feita através de dois folhetos informativos, um direccionado aos comerciantes, que contém os objectivos do projecto, e outro direccionado aos visitantes, que não só informa a população da existência de lojas que funcionam como pontos de contacto policial e que facilitam a articulação com a polícia em caso de necessidade, como também contém conselhos de segurança preventiva.
O “Atentos à Rua” conta com a parceria da Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, a Associação de Valorização do Chiado, a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, a Associação de Turismo de Lisboa e a Administração do Porto de Lisboa.
Este projecto foi criado no âmbito do IMPPULSE – IMPROVING POLICE POPULATION UNDERSTANDING FOR LOCAL SECURITY, projeto internacional lançado pelo Fórum Europeu de Segurança Urbana.
Publicado no sítio da Câmara Municipal de Lisboa
sábado, 11 de julho de 2015
Mostra de meios de segurança e socorro em Lisboa
A Câmara Municipal de Lisboa vai promover, entre 10 e 12 de Julho, das 10 às 19 horas, na Alameda Dom Afonso Henriques, uma “Demonstração e Meios dos Agentes de Protecção Civil – Segurança e Socorro em Lisboa”.
A iniciativa integra-se no programa “Lisboa, Cidade + Resiliente + Segura - 260 Anos do Terramoto de 1755”, e pretende informar os cidadãos acerca da preparação, resposta e recuperação face a situações de emergência causadas por sismos e outros desastres naturais.
Durante três dias, serão divulgadas as valências que integram o sistema Municipal e Nacional de Protecção Civil através de exposição e demonstração, fora do contexto de emergência, dos meios humanos e materiais das seguintes entidades:
- Protecção Civil (Autoridade Nacional de Protecção Civil e Serviço Municipal de Protecção Civil de Lisboa);
- Corpos de Bombeiros (Regimento de Sapadores Bombeiros e Bombeiros Voluntários da Cidade de Lisboa);
- Forças de Segurança (Polícia de Segurança Pública, Guarda Nacional Republicana e Polícia Municipal de Lisboa);
- Forças Armadas (Força Aérea, Marinha, Exército);
- Saúde (INEM e Cruz Vermelha Portuguesa.
Publicado no portal da Câmara Municipal de Lisboa
A iniciativa integra-se no programa “Lisboa, Cidade + Resiliente + Segura - 260 Anos do Terramoto de 1755”, e pretende informar os cidadãos acerca da preparação, resposta e recuperação face a situações de emergência causadas por sismos e outros desastres naturais.
Durante três dias, serão divulgadas as valências que integram o sistema Municipal e Nacional de Protecção Civil através de exposição e demonstração, fora do contexto de emergência, dos meios humanos e materiais das seguintes entidades:
- Protecção Civil (Autoridade Nacional de Protecção Civil e Serviço Municipal de Protecção Civil de Lisboa);
- Corpos de Bombeiros (Regimento de Sapadores Bombeiros e Bombeiros Voluntários da Cidade de Lisboa);
- Forças de Segurança (Polícia de Segurança Pública, Guarda Nacional Republicana e Polícia Municipal de Lisboa);
- Forças Armadas (Força Aérea, Marinha, Exército);
- Saúde (INEM e Cruz Vermelha Portuguesa.
Publicado no portal da Câmara Municipal de Lisboa
Polícia Municipal em Formação de Código de Estrada (Braga)
Os agentes da Polícia Municipal de Braga (PM) estão a realizar um curso de Formação em Código de Estrada, de forma a melhorem as suas competências em matéria de fiscalização de trânsito. Esta formação visa contribuir para aperfeiçoar os conhecimentos de fiscalização, reflectindo-se na qualidade de intervenção da Polícia Municipal do Município de Braga.
Esta ação, na qual participam todos os elementos da PM, é ministrada pelo Departamento de Formação do Comando Distrital da Polícia de Segurança Pública de Braga, com vista a esclarecer os agentes sobre alguns aspectos técnicos que surgem aquando do desempenho das suas funções de fiscalização de trânsito.
Dos módulos abordados destacam-se as mais recentes alterações legislativas relativamente ao Código de Estrada e as diversas fases da tramitação processual das coimas por infracção ao mesmo.
Publicado no portal da Braga TV
Esta ação, na qual participam todos os elementos da PM, é ministrada pelo Departamento de Formação do Comando Distrital da Polícia de Segurança Pública de Braga, com vista a esclarecer os agentes sobre alguns aspectos técnicos que surgem aquando do desempenho das suas funções de fiscalização de trânsito.
Dos módulos abordados destacam-se as mais recentes alterações legislativas relativamente ao Código de Estrada e as diversas fases da tramitação processual das coimas por infracção ao mesmo.
Publicado no portal da Braga TV
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Obras em muro no Cacém dividem moradores e Câmara de Sintra
Os moradores de três prédios no Cacém, Sintra, afectados por uma derrocada em 2014 recusam pagar a limpeza dos escombros, mas o presidente da câmara alega que o muro é privado e não pode assumir os custos.
A Câmara de Sintra notificou as administrações dos condomínios dos números 8, 10 e 12 da Rua de São Tomé e Príncipe, no Cacém, para pagarem 64.950 euros (mais IVA) da limpeza e consolidação do muro de suporte de terras que ruiu, em Novembro de 2014, nas traseiras dos imóveis.
A Protecção Civil evacuou os três edifícios quando um muro de suporte de terras ameaçava ruir, o que aconteceu durante a noite, quando os moradores já tinham sido retirados.
A queda de terras e pedras deixou 22 famílias desalojadas, das quais oito foram realojadas pela autarquia e pela Segurança Social, mas uma vistoria municipal permitiu o regresso a casa de quase todos os agregados, com excepção no rés-do-chão e 1.º andar do n.º 12 e na cave e rés-do-chão do nº 10.
Os moradores esperaram durante meses que as seguradoras assumissem a reparação das suas habitações, mas agora foram notificados pela Polícia Municipal de Sintra para pagar os custos da empreitada de intervenção no muro, de cerca de 70 mil euros.
A notificação foi enviada à administração dos três prédios, com o montante total da empreitada e omitindo o valor do IVA, mas o advogado dos condomínios dos números 8 e 10 já respondeu à câmara que não irão pagar “quaisquer obras” que venham a ser imputadas devido à derrocada, por considerarem que não são proprietários do muro.
Um morador no n.º 10, Gonçalo Costa, estranha que a primeira notificação da câmara também incluía o “proprietário do terreno”, mas agora só visa os condóminos dos prédios, “quando o muro não está registado nas cadernetas prediais”.
“Vamos reencaminhar esta carta para a companhia de seguros”, explicou outra residente, Maria Amália, acrescentando que o condomínio do nº 12 também vai “contestar” o pagamento das obras.
A moradora esclareceu que, em 2011, o condomínio foi notificado para o risco de derrocada do muro, mas respondeu à autarquia que, com base nas cadernetas prediais, “a responsabilidade pela reparação era do proprietário do terreno”.
“Uma vez que o muro não é da câmara, e de acordo com os nossos documentos é dos proprietários daqueles prédios, nós tínhamos que mandar a conta”, esclareceu à Lusa o presidente da autarquia, Basílio Horta (PS).
Segundo o autarca, a lei impede as entidades públicas de aplicarem verbas públicas em benefício de privados, incorrendo os dirigentes no “crime de prevaricação”.
“Se eu fizesse as obras e não lhes mandasse a notificação estava a cometer um crime de prevaricação e eu não posso cometer crimes”, frisou Basílio Horta.
O presidente da autarquia reafirmou que as condições de segurança estão asseguradas no local, mas admitiu que numa situação “em que as pessoas estejam em risco, a câmara intervém imediatamente” e depois enviará a conta.
Alguns moradores avançaram com a reparação das suas habitações, mas há quem critique as seguradoras por não assumirem as suas responsabilidades.
Publicado no Jornal da Região
A Câmara de Sintra notificou as administrações dos condomínios dos números 8, 10 e 12 da Rua de São Tomé e Príncipe, no Cacém, para pagarem 64.950 euros (mais IVA) da limpeza e consolidação do muro de suporte de terras que ruiu, em Novembro de 2014, nas traseiras dos imóveis.
A Protecção Civil evacuou os três edifícios quando um muro de suporte de terras ameaçava ruir, o que aconteceu durante a noite, quando os moradores já tinham sido retirados.
A queda de terras e pedras deixou 22 famílias desalojadas, das quais oito foram realojadas pela autarquia e pela Segurança Social, mas uma vistoria municipal permitiu o regresso a casa de quase todos os agregados, com excepção no rés-do-chão e 1.º andar do n.º 12 e na cave e rés-do-chão do nº 10.
Os moradores esperaram durante meses que as seguradoras assumissem a reparação das suas habitações, mas agora foram notificados pela Polícia Municipal de Sintra para pagar os custos da empreitada de intervenção no muro, de cerca de 70 mil euros.
A notificação foi enviada à administração dos três prédios, com o montante total da empreitada e omitindo o valor do IVA, mas o advogado dos condomínios dos números 8 e 10 já respondeu à câmara que não irão pagar “quaisquer obras” que venham a ser imputadas devido à derrocada, por considerarem que não são proprietários do muro.
Um morador no n.º 10, Gonçalo Costa, estranha que a primeira notificação da câmara também incluía o “proprietário do terreno”, mas agora só visa os condóminos dos prédios, “quando o muro não está registado nas cadernetas prediais”.
“Vamos reencaminhar esta carta para a companhia de seguros”, explicou outra residente, Maria Amália, acrescentando que o condomínio do nº 12 também vai “contestar” o pagamento das obras.
A moradora esclareceu que, em 2011, o condomínio foi notificado para o risco de derrocada do muro, mas respondeu à autarquia que, com base nas cadernetas prediais, “a responsabilidade pela reparação era do proprietário do terreno”.
“Uma vez que o muro não é da câmara, e de acordo com os nossos documentos é dos proprietários daqueles prédios, nós tínhamos que mandar a conta”, esclareceu à Lusa o presidente da autarquia, Basílio Horta (PS).
Segundo o autarca, a lei impede as entidades públicas de aplicarem verbas públicas em benefício de privados, incorrendo os dirigentes no “crime de prevaricação”.
“Se eu fizesse as obras e não lhes mandasse a notificação estava a cometer um crime de prevaricação e eu não posso cometer crimes”, frisou Basílio Horta.
O presidente da autarquia reafirmou que as condições de segurança estão asseguradas no local, mas admitiu que numa situação “em que as pessoas estejam em risco, a câmara intervém imediatamente” e depois enviará a conta.
Alguns moradores avançaram com a reparação das suas habitações, mas há quem critique as seguradoras por não assumirem as suas responsabilidades.
Publicado no Jornal da Região
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