Os agentes da Polícia Municipal e dos Bombeiros Sapadores de Vila Nova de Gaia que tiveram de trabalhar durante o feriado de 24 de junho não receberam qualquer tipo de recompensação – com remuneração acrescida ou através de dias de folga – por não terem direito ao S. João. "Não é uma questão de ambição de ter mais um dia ou mais dinheiro, mas sim de respeito pelas pessoas que trabalharam para proteger as outras enquanto se divertiam. Os agentes estão indignados e gostavam de saber o que pensa o presidente da Câmara [Luís Filipe Menezes]", referiu ao CM Pedro Oliveira, presidente do Sindicato Nacional das Polícias Municipais.
O mal-estar impera entre funcionários, principalmente depois de Menezes ter vincado que seria "loucura" terminar com o feriado, permitindo folga à grande maioria. "Dá ideia de que estão a extinguir o feriado, mas começando por nós", acrescentou Pedro Oliveira. Também os Sapadores foram afetados com esta ausência de compensação pelo dia de trabalho. Tal como a PM, já fizeram chegar a contestação à autarquia. "Não há cidadãos de primeira ou de segunda. É um desrespeito pelos trabalhadores", disse Sérgio Carvalho, presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais. O CM contactou Rui Cardoso, vereador responsável pela Polícia Municipal e pelos Bombeiros, que preferiu não se pronunciar.
Publicado no jornal Correio da Manhã
sábado, 27 de julho de 2013
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Fios de operadores de comunicações e Património / Protesto (Lisboa)
Exmo. Sr. Presidente da CML
Dr. António Costa,
Exma. Sra. Presidente da ANACOM
Dra. Maria de Fátima Henriques da Silva Barros Bertoldi
C.C. AML, DGPC, Vereador do Urbanismo
No decurso do mês de Maio deste ano, o Provedor de Justiça emitiu uma recomendação a propósito da acumulação de cabos no exterior dos edifícios. A situação está aparentemente fora de controlo em Lisboa (ver exemplos em anexo), tendo sido esta recomendação gerada a partir de uma queixa de um proprietário que tencionando fazer obras no prédio se viu impedido de remover os cabos, mesmo sem ter consentido previamente na sua instalação.
Actualmente, nem a CML nem a Autoridade Nacional de Comunicações fiscalizam a instalação destas cablagens e faltam regulamentos municipais que determinem a instalação de calhas ou a remoção de cabos não utilizados, com graves efeitos na estética urbana, na liberdade dos proprietários de manterem os seus próprios edifícios; tudo isto perante uma atitude de ostensiva prepotência e autismo por parte dos operadores de comunicações.
Requeremos assim:
1. Que a CML elabore um regulamento municipal que force os operadores a removerem as cablagens abandonadas e que a Polícia Municipal acautele o cumprimento do mesmo.
2. Que a ANC fiscalize a instalação destas cablagens, assegurando que apenas são usadas as quantidades mínimas de cabos e que estes sejam sempre cobertos por calhas técnicas.
3. Que seja possível instalar estas cablagens exteriores apenas mediante a aprovação do proprietário do imóvel ou do condomínio do mesmo.
4. Apelamos ainda à CML que analise as Melhores Práticas aplicadas em cidades europeias por forma a melhor poder desenvolver uma abordagem integrada a esta questão, eventualmente, via enterramento das cablagens.
Publicado no blog Cidadania Lx
Dr. António Costa,
Exma. Sra. Presidente da ANACOM
Dra. Maria de Fátima Henriques da Silva Barros Bertoldi
C.C. AML, DGPC, Vereador do Urbanismo
No decurso do mês de Maio deste ano, o Provedor de Justiça emitiu uma recomendação a propósito da acumulação de cabos no exterior dos edifícios. A situação está aparentemente fora de controlo em Lisboa (ver exemplos em anexo), tendo sido esta recomendação gerada a partir de uma queixa de um proprietário que tencionando fazer obras no prédio se viu impedido de remover os cabos, mesmo sem ter consentido previamente na sua instalação.
Actualmente, nem a CML nem a Autoridade Nacional de Comunicações fiscalizam a instalação destas cablagens e faltam regulamentos municipais que determinem a instalação de calhas ou a remoção de cabos não utilizados, com graves efeitos na estética urbana, na liberdade dos proprietários de manterem os seus próprios edifícios; tudo isto perante uma atitude de ostensiva prepotência e autismo por parte dos operadores de comunicações.
Requeremos assim:
1. Que a CML elabore um regulamento municipal que force os operadores a removerem as cablagens abandonadas e que a Polícia Municipal acautele o cumprimento do mesmo.
2. Que a ANC fiscalize a instalação destas cablagens, assegurando que apenas são usadas as quantidades mínimas de cabos e que estes sejam sempre cobertos por calhas técnicas.
3. Que seja possível instalar estas cablagens exteriores apenas mediante a aprovação do proprietário do imóvel ou do condomínio do mesmo.
4. Apelamos ainda à CML que analise as Melhores Práticas aplicadas em cidades europeias por forma a melhor poder desenvolver uma abordagem integrada a esta questão, eventualmente, via enterramento das cablagens.
Publicado no blog Cidadania Lx
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Ladrão detido na rua da Junqueira pela Policia Municipal (Póvoa de Varzim)
Os agentes da Policia Municipal da Póvoa de Varzim (PM) detiveram, esta tarde de quarta-feira, por volta das 15h30, um homem de 28 anos, que assaltou uma loja de artigos desportivos em plena rua da Junqueira.
O indivíduo, com residência em Campanhã, Porto, tinha consigo vário material desportivo, quando foi intercetado na artéria comercial pelos agentes da PM que entregaram o larápio à PSP.
O homem de nacionalidade portuguesa, que já possuiu cadastro, será apresentado a Tribunal na quinta-feira, às 9h30, para conhecer quais as medidas de coação.
Publicado no jornal Mais Semanário
O indivíduo, com residência em Campanhã, Porto, tinha consigo vário material desportivo, quando foi intercetado na artéria comercial pelos agentes da PM que entregaram o larápio à PSP.
O homem de nacionalidade portuguesa, que já possuiu cadastro, será apresentado a Tribunal na quinta-feira, às 9h30, para conhecer quais as medidas de coação.
Publicado no jornal Mais Semanário
Clientes têm receio (Marco de Canaveses)
Os comerciantes do centro de Marco de Canaveses sentem-se inseguros e temem que o aumento de pedintes e de arrumadores de carros ponha em perigo os estabelecimentos e os respetivos negócios.
"Já fui várias vezes ameaçado e até tentaram assaltar a loja", contou André Pereira, dono de um estabelecimento de artigos de desporto. Para o comerciante, a GNR e Polícia Municipal "deviam estar mais atentas". "Têm de se preocupar com o trânsito, mas também queremos que se preocupem connosco", realçou.
Elisa Ferreira, gerente de um supermercado, confessou estar "alarmada com o aumento da criminalidade" e não se sente "segura como comerciante nem como cidadã". "Isto até tem afastado clientes", acrescentou.
Opinião partilhada por Fátima Ventura e Manuela Monteiro, funcionárias de uma padaria, que também sentem "receio da parte dos clientes". "Vê-se muita gente com mau aspeto, sobretudo nos parques de estacionamento. Sinto-me intimidada, quem está atrás de um balcão está sempre sujeito", referiu Fátima Ventura. "A GNR devia passar mais vezes", sublinhou Manuela Monteiro.
Também "preocupado", Manuel Moreira, presidente da Câmara do Marco, lamentou que os efetivos da GNR e Polícia Municipal "sejam poucos".
Publicado no jornal Correio da Manhã
"Já fui várias vezes ameaçado e até tentaram assaltar a loja", contou André Pereira, dono de um estabelecimento de artigos de desporto. Para o comerciante, a GNR e Polícia Municipal "deviam estar mais atentas". "Têm de se preocupar com o trânsito, mas também queremos que se preocupem connosco", realçou.
Elisa Ferreira, gerente de um supermercado, confessou estar "alarmada com o aumento da criminalidade" e não se sente "segura como comerciante nem como cidadã". "Isto até tem afastado clientes", acrescentou.
Opinião partilhada por Fátima Ventura e Manuela Monteiro, funcionárias de uma padaria, que também sentem "receio da parte dos clientes". "Vê-se muita gente com mau aspeto, sobretudo nos parques de estacionamento. Sinto-me intimidada, quem está atrás de um balcão está sempre sujeito", referiu Fátima Ventura. "A GNR devia passar mais vezes", sublinhou Manuela Monteiro.
Também "preocupado", Manuel Moreira, presidente da Câmara do Marco, lamentou que os efetivos da GNR e Polícia Municipal "sejam poucos".
Publicado no jornal Correio da Manhã
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Fuga de gás obrigou à evacuação de dois prédios (Braga)
Dois prédios, com lojas e habitações, foram evacuados ontem, ao início da tarde, numa das mais movimentadas zonas da cidade de Braga, a Avenida General Norton de Matos. A evacuação deu-se na sequência de uma fuga de gás provocada pela perfuração de uma conduta quando decorriam obras na via pública.
O caso ocorreu mesmo em frente ao n.º 122 da artéria que dá acesso à central de camionagem de Braga.
O alerta foi dado pelas 14.20 horas e para o local foram mobilizados os Voluntários de Braga (com cinco homens e uma viatura), os Bombeiros Sapadores (com três homens e uma viatura), a PSP e a Polícia Municipal, assim como piquetes da EDP Gás e da City Gás.
Às 15 horas, a situação já estava resolvida.
Ana Maria, moradora num dos prédios evacuados, estava em casa à hora em que ocorreu o incidente. Contou que se encontrava acompanhada pela neta “que dormia no quarto” quando lhe comunicaram que tinha de deixar a residência.
“Ainda pedi para ir tirar o meu carro que estava na garagem, mas disseram-me que não podia”, contou, sem se mostrar assustada, apesar “do cheiro intenso a gás” que sentia “lá dentro do prédio”.“Como a fuga é cá fora e as autoridades e bombeiros vieram imediatamente, não estou com receio”, contou.
Nos prédios em questão residem cerca de 40 pessoas.
A PSP acabou ainda por desviar o trânsito que passava em frente ao local.
O aparato juntou algumas dezenas de curiosos que queriam saber o que se estava a passar, embora o cheiro a gás denunciasse a situação. A pronta intervenção das forças de segurança e bombeiros era elogiada pelos cidadãos.
Publicado no jornal Correio do Minho
O caso ocorreu mesmo em frente ao n.º 122 da artéria que dá acesso à central de camionagem de Braga.
O alerta foi dado pelas 14.20 horas e para o local foram mobilizados os Voluntários de Braga (com cinco homens e uma viatura), os Bombeiros Sapadores (com três homens e uma viatura), a PSP e a Polícia Municipal, assim como piquetes da EDP Gás e da City Gás.
Às 15 horas, a situação já estava resolvida.
Ana Maria, moradora num dos prédios evacuados, estava em casa à hora em que ocorreu o incidente. Contou que se encontrava acompanhada pela neta “que dormia no quarto” quando lhe comunicaram que tinha de deixar a residência.
“Ainda pedi para ir tirar o meu carro que estava na garagem, mas disseram-me que não podia”, contou, sem se mostrar assustada, apesar “do cheiro intenso a gás” que sentia “lá dentro do prédio”.“Como a fuga é cá fora e as autoridades e bombeiros vieram imediatamente, não estou com receio”, contou.
Nos prédios em questão residem cerca de 40 pessoas.
A PSP acabou ainda por desviar o trânsito que passava em frente ao local.
O aparato juntou algumas dezenas de curiosos que queriam saber o que se estava a passar, embora o cheiro a gás denunciasse a situação. A pronta intervenção das forças de segurança e bombeiros era elogiada pelos cidadãos.
Publicado no jornal Correio do Minho
Atiram gato pela janela (Coimbra)
Um gato bebé sobreviveu a uma queda de 12 metros após ter sido atirado da janela de uma casa de estudantes, em Coimbra, denuncia a associação Gatos Urbanos no Facebook. A Polícia Municipal terá identificado os habitantes. O alerta foi dado por funcionários de um restaurante, que ouviram o animal.
Publicado no jornal Correio da Manhã
Publicado no jornal Correio da Manhã
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Agentes da PSP "sequestrados" pela Polícia Municipal (Lisboa)
Há agentes da PSP que estão bloqueados na Polícia Municipal de Lisboa, apesar de as suas comissões de serviço já terem terminado, revela o jornal i.
O Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL) fez a denúncia e garante ter recebido “dezenas de queixas” de polícias que viram negada a sua saída.
O jornal i adianta que as saídas estão a ser impedidas pelo comandante da Polícia Municipal que argumenta com a falta de efectivos. Já o SINAPOL defende que "se os polícias já terminaram o tempo das comissões de serviço, não podem ser impedidos de regressar à PSP".
Armando Ferreira, presidente do sindicato, fala mesmo em “sequestro administrativo” e conta que há agentes que aguardam o regresso à PSP “desde finais de 2011”.
Publicado no jornal Notícias ao Minuto
O Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL) fez a denúncia e garante ter recebido “dezenas de queixas” de polícias que viram negada a sua saída.
O jornal i adianta que as saídas estão a ser impedidas pelo comandante da Polícia Municipal que argumenta com a falta de efectivos. Já o SINAPOL defende que "se os polícias já terminaram o tempo das comissões de serviço, não podem ser impedidos de regressar à PSP".
Armando Ferreira, presidente do sindicato, fala mesmo em “sequestro administrativo” e conta que há agentes que aguardam o regresso à PSP “desde finais de 2011”.
Publicado no jornal Notícias ao Minuto
Subscrever:
Comentários (Atom)



