O presidente da União das Freguesias de Coimbra (Sé Nova, Santa Cruz, Almedina e São Bartolomeu), Hélder Abreu, acredita que alguém utilizou o nome da referida união de freguesias para chamar, anteontem, a Polícia Municipal (PM), numa questão de alegado estacionamento irregular.
A polícia acabou por autuar os automóveis estacionados nos lugares reservados à extinta Junta de Freguesia de Santa Cruz, na rua Abel Dias Urbano, com a própria agente que se deslocou ao local a confirmar que a denúncia tinha partido de alguém que dizia ser da junta de freguesia sem, contudo, se ter identificado, o que não terá sido a primeira vez.
Publicado no jornal As Beiras
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Ondulação Praia Grande (Sintra)
A estrada na frente de mar da Praia Grande, Sintra, vai continuar fechada pelo menos até ao final da tarde, para trabalhos de limpeza e por precaução devido à forte agitação marítima, disse fonte da Câmara Municipal de Sintra.
O mar provocou na madrugada de hoje estragos na Praia Grande, obrigando ao corte do acesso ao areal e aos restaurantes da frente de mar.
"A segurança está primeiro e não vale a pena reabrir a estrada para depois ter de se retirar as pessoas se as ondas voltarem a galgar a muralha", explicou Isabel Queiroz do Vale, directora municipal responsável pela Protecção Civil de Sintra.
Embora a estrada fechada afecte os restaurantes da frente marítima, a técnica justifica a medida com a necessidade de concluir os trabalhos de limpeza da via e pelos riscos na próxima maré alta.
Os danos provocados durante a madrugada de hoje foram idênticos aos de 06 de Janeiro, quando as ondas também galgaram o paredão e deslocaram floreiras e bancos em betão. A estrada ficou pejada de areia, pedras e outros detritos. Uma barraca de gelados foi deslocada do passeio para meio da faixa de rodagem.
"Não percebemos por que motivo não deixam as pessoas passar. O pior já passou e temos aqui o estabelecimento com os empregados à espera de clientes", comentou Vítor Caeiro, do restaurante Angra.
"A estrada está cortada, porque o mar voltou a trazer pedras e a dar cabo dos bancos e dos passeios", explicou o presidente da Junta de Freguesia de Colares, Rui Santos.
Os estragos foram provocados pela forte agitação marítima, por volta das 04:00, durante a maré alta. A estrada de acesso à praia está fechada pela GNR e pela Polícia Municipal junto à paragem dos autocarros.
Segundo fonte do Serviço Municipal de Protecção Civil de Sintra, não há registo de danos pessoais. As autoridades apelam às pessoas para que não se aproximem de zonas de risco na orla costeira.
Publicado no jornal Sol
O mar provocou na madrugada de hoje estragos na Praia Grande, obrigando ao corte do acesso ao areal e aos restaurantes da frente de mar.
"A segurança está primeiro e não vale a pena reabrir a estrada para depois ter de se retirar as pessoas se as ondas voltarem a galgar a muralha", explicou Isabel Queiroz do Vale, directora municipal responsável pela Protecção Civil de Sintra.
Embora a estrada fechada afecte os restaurantes da frente marítima, a técnica justifica a medida com a necessidade de concluir os trabalhos de limpeza da via e pelos riscos na próxima maré alta.
Os danos provocados durante a madrugada de hoje foram idênticos aos de 06 de Janeiro, quando as ondas também galgaram o paredão e deslocaram floreiras e bancos em betão. A estrada ficou pejada de areia, pedras e outros detritos. Uma barraca de gelados foi deslocada do passeio para meio da faixa de rodagem.
"Não percebemos por que motivo não deixam as pessoas passar. O pior já passou e temos aqui o estabelecimento com os empregados à espera de clientes", comentou Vítor Caeiro, do restaurante Angra.
"A estrada está cortada, porque o mar voltou a trazer pedras e a dar cabo dos bancos e dos passeios", explicou o presidente da Junta de Freguesia de Colares, Rui Santos.
Os estragos foram provocados pela forte agitação marítima, por volta das 04:00, durante a maré alta. A estrada de acesso à praia está fechada pela GNR e pela Polícia Municipal junto à paragem dos autocarros.
Segundo fonte do Serviço Municipal de Protecção Civil de Sintra, não há registo de danos pessoais. As autoridades apelam às pessoas para que não se aproximem de zonas de risco na orla costeira.
Publicado no jornal Sol
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Mergulhadores resgatam condutor que caiu ao Mondego
Foi retirado com vida das águas geladas do Mondego um homem, de 59 anos, que ao volante do seu automóvel caiu ao rio, ontem à tarde, em circunstâncias ainda por esclarecer, depois de transpor o passeio junto à marginal da margem direita e percorrer uma rampa.
Foram dois elementos da Polícia Municipal de Coimbra que, durante uma ação de patrulha, viram algo que se parecia com um automóvel a mergulhar e deram o alerta. Os agentes Luís Dias e Ana Batalha terão sido determinantes para o sucesso desta operação de socorro. Também a prontidão da equipa dos mergulhadores da Companhia de Bombeiros Sapadores conseguiu evitar o pior.
"Estava exausto, já tinha retirado o cinto de segurança e estava na parte de trás do veículo que era o local que ainda não estava submerso", referiu um dos mergulhadores ao jornalistas. A vítima foi estabilizada no local, com a ajuda do INEM, e transportada às urgências hospitalares."Os mergulhadores, após uma busca, não encontraram mais ninguém no automóvel", adiantou o comandante interino dos Sapadores, António Rosa.
Durante a intervenção dos bombeiros, a via que liga a estação ferroviária Coimbra A e o Açude-Ponte esteve interdita ao trânsito. Para retirar a viatura foi necessário acionar o reboque da GNR de Coimbra. Estiveram envolvidos elementos da Companhia de Bombeiros Sapadores, Bombeiros Voluntários de Coimbra, INEM, PSP, Polícia Municipal e GNR.
Publicado no jornal Diário de Notícias
Foram dois elementos da Polícia Municipal de Coimbra que, durante uma ação de patrulha, viram algo que se parecia com um automóvel a mergulhar e deram o alerta. Os agentes Luís Dias e Ana Batalha terão sido determinantes para o sucesso desta operação de socorro. Também a prontidão da equipa dos mergulhadores da Companhia de Bombeiros Sapadores conseguiu evitar o pior.
"Estava exausto, já tinha retirado o cinto de segurança e estava na parte de trás do veículo que era o local que ainda não estava submerso", referiu um dos mergulhadores ao jornalistas. A vítima foi estabilizada no local, com a ajuda do INEM, e transportada às urgências hospitalares."Os mergulhadores, após uma busca, não encontraram mais ninguém no automóvel", adiantou o comandante interino dos Sapadores, António Rosa.
Durante a intervenção dos bombeiros, a via que liga a estação ferroviária Coimbra A e o Açude-Ponte esteve interdita ao trânsito. Para retirar a viatura foi necessário acionar o reboque da GNR de Coimbra. Estiveram envolvidos elementos da Companhia de Bombeiros Sapadores, Bombeiros Voluntários de Coimbra, INEM, PSP, Polícia Municipal e GNR.
Publicado no jornal Diário de Notícias
O Caminho ainda é longo
Para não cair no esquecimento, que o NOSSO caminho ainda é longo.
Este vídeo é de 2009, o que mudou desde aí?
Este vídeo é de 2009, o que mudou desde aí?
Incêndio no Centro do Porto
O incêndio que quarta-feira deflagrou num prédio habitado, no centro do Porto, já foi extinto, tendo as águas furtadas ficado totalmente destruídas e o edifício sido evacuado e fechado durante a noite por precaução, não havendo feridos a registar.
O alerta para o incêndio num prédio habitado na Rua Conde de Vizela foi dado às 21:28 de quarta-feira, tendo o chefe Teixeira, dos Bombeiros Sapadores do Porto, explicado à agência Lusa que o fogo foi extinto às 23:45.
De acordo com a mesma fonte, o incêndio no prédio de quatro andares, no centro do Porto, deflagrou nas águas furtadas, não havendo feridos a registar porque quem estava no edifício aquando do início do fogo fugiu de imediato para a rua.
«Depois do fogo extinto, a Proteção Civil da Câmara do Porto esteve no local e, após a avaliação do prédio, decidiu fechá-lo por precaução, tendo os seus habitantes que ser realojados por esta noite», disse, não sabendo especificar quantas pessoas estão em causa.
O responsável pelos Sapadores do Porto adiantou que as causas do incêndio estão ainda por apurar.
No local estiveram no total 19 bombeiros, Polícia Municipal, Proteção Civil da Câmara do Porto e INEM.
Publicado no portal da TVI24
O alerta para o incêndio num prédio habitado na Rua Conde de Vizela foi dado às 21:28 de quarta-feira, tendo o chefe Teixeira, dos Bombeiros Sapadores do Porto, explicado à agência Lusa que o fogo foi extinto às 23:45.
De acordo com a mesma fonte, o incêndio no prédio de quatro andares, no centro do Porto, deflagrou nas águas furtadas, não havendo feridos a registar porque quem estava no edifício aquando do início do fogo fugiu de imediato para a rua.
«Depois do fogo extinto, a Proteção Civil da Câmara do Porto esteve no local e, após a avaliação do prédio, decidiu fechá-lo por precaução, tendo os seus habitantes que ser realojados por esta noite», disse, não sabendo especificar quantas pessoas estão em causa.
O responsável pelos Sapadores do Porto adiantou que as causas do incêndio estão ainda por apurar.
No local estiveram no total 19 bombeiros, Polícia Municipal, Proteção Civil da Câmara do Porto e INEM.
Publicado no portal da TVI24
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Trabalhar Por turnos
Aproximadamente um em cada cinco trabalhadores na Europa trabalha por turnos. Este sistema não segue o padrão habitual das oito horas diárias desempenhadas durante o dia, inclui turnos noturnos, rotação de horários e/ou horários irregulares.
Comparando com pessoas que trabalham num horário standard, os trabalhadores por turnos podem sofrer maior risco de obesidade, diabetes tipo2, doença cardiovascular, problemas digestivos, perturbações do sono, depressão e deficiência em vitamina D (falta de exposição ao sol).
Metabolismo
Alguns destes problemas de saúde podem ser relacionados com o estilo de vida e hábitos alimentares desequilibrados derivados do horário por turnos, mas também podem refletir distúrbios metabólicos mais profundos. Na sua essência, trabalhar à noite vai contra o ritmo circadiano, também conhecido como relógio biológico, um conjunto de flutuações fisiológicas distintas ao longo das 24 horas do dia, ligadas à luz do sol e à temperatura. Um estudo recente mostra que prolongar as restrições do sono e a interrupção do ciclo circadiano altera o metabolismo, diminui o metabolismo de descanso, aumenta os níveis de glucose no sangue, aumentando assim o risco de obesidade e diabetes. Adicionalmente, o stress psicossocial e a inatividade física contribuem para desequilibrar o metabolismo.
Hábitos
Os horários por turnos podem afetar a distribuição de energia ao longo do dia. Os trabalhadores tendem a comer mais snacks em vez de refeições completas. Há uma rutura com as rotinas de família e amigos, come-se à pressa, sozinho e põe-se em causa a qualidade e higiene alimentar.
Orientações
- Os locais de trabalho devem desenvolver uma estratégia nutricional que assegure escolhas saudáveis de alimentos e bebidas num ambiente confortável.
- Os turnos devem ser geridos de forma a dar aos trabalhadores um tempo adequado que permita aos funcionários manterem um estilo de vida saudável – incluindo horas regulares para refeição, exercício e padrões de sono.
- Os trabalhadores por turno devem, tanto quanto possível, reger-se por um padrão normal de refeições diurnas/noturnas. Evitar comer, ou pelo menos restringir a ingestão de energia, entre a meia noite e as 6 da manhã, e tentar comer no início e fim do turno. Por exemplo, quem trabalha à tarde deve ter a refeição principal a meio do dia, em vez de ser a meio do turno.
- Os trabalhadores noturnos devem ter a refeição principal antes de começar o turno, à hora normal de jantar. Tomar o pequeno-almoço antes de ir dormir de dia ajuda a evitar que acorde devido à sensação de fome. Convém, no entanto, que seja uma refeição pequena, uma vez que comer muito uma a duas horas antes de dormir vai dificultar o sono.
- Beber fluídos regularmente pode ajudar a prevenir desidratação, responsável pelo cansaço.
- Estimulantes como o cafeína podem permanecer no organismo algumas horas após a ingestão e podem causar a sensação de alerta, interferindo assim com o sono. Se os trabalhadores por turnos sentem que precisam de cafeína durante o trabalho, devem tomá-la no início do turno e continuar com descafeinado à medida que o trabalho prossegue. Evitar o álcool também contribui para um sono mais descansado.
Publicado no portal do The European Food Information Council
Metabolismo
Alguns destes problemas de saúde podem ser relacionados com o estilo de vida e hábitos alimentares desequilibrados derivados do horário por turnos, mas também podem refletir distúrbios metabólicos mais profundos. Na sua essência, trabalhar à noite vai contra o ritmo circadiano, também conhecido como relógio biológico, um conjunto de flutuações fisiológicas distintas ao longo das 24 horas do dia, ligadas à luz do sol e à temperatura. Um estudo recente mostra que prolongar as restrições do sono e a interrupção do ciclo circadiano altera o metabolismo, diminui o metabolismo de descanso, aumenta os níveis de glucose no sangue, aumentando assim o risco de obesidade e diabetes. Adicionalmente, o stress psicossocial e a inatividade física contribuem para desequilibrar o metabolismo.
Hábitos
Os horários por turnos podem afetar a distribuição de energia ao longo do dia. Os trabalhadores tendem a comer mais snacks em vez de refeições completas. Há uma rutura com as rotinas de família e amigos, come-se à pressa, sozinho e põe-se em causa a qualidade e higiene alimentar.
Orientações
- Os locais de trabalho devem desenvolver uma estratégia nutricional que assegure escolhas saudáveis de alimentos e bebidas num ambiente confortável.
- Os turnos devem ser geridos de forma a dar aos trabalhadores um tempo adequado que permita aos funcionários manterem um estilo de vida saudável – incluindo horas regulares para refeição, exercício e padrões de sono.
- Os trabalhadores por turno devem, tanto quanto possível, reger-se por um padrão normal de refeições diurnas/noturnas. Evitar comer, ou pelo menos restringir a ingestão de energia, entre a meia noite e as 6 da manhã, e tentar comer no início e fim do turno. Por exemplo, quem trabalha à tarde deve ter a refeição principal a meio do dia, em vez de ser a meio do turno.
- Os trabalhadores noturnos devem ter a refeição principal antes de começar o turno, à hora normal de jantar. Tomar o pequeno-almoço antes de ir dormir de dia ajuda a evitar que acorde devido à sensação de fome. Convém, no entanto, que seja uma refeição pequena, uma vez que comer muito uma a duas horas antes de dormir vai dificultar o sono.
- Beber fluídos regularmente pode ajudar a prevenir desidratação, responsável pelo cansaço.
- Estimulantes como o cafeína podem permanecer no organismo algumas horas após a ingestão e podem causar a sensação de alerta, interferindo assim com o sono. Se os trabalhadores por turnos sentem que precisam de cafeína durante o trabalho, devem tomá-la no início do turno e continuar com descafeinado à medida que o trabalho prossegue. Evitar o álcool também contribui para um sono mais descansado.
Publicado no portal do The European Food Information Council
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